04.27.08
Nova etapa… Novos projectos :)
Uma nova etapa na minha vida começou, o passado é passado, o presente é para ser vivido e o futuro, ele chegará e logo dirá como será…
Iniciei neste momento novos projectos.
Um deles, é estar a escrever a minha própria framework de desenvolvimento Web, que depois será disponibilizada a público tal como muitas outras que conhecemos. Mas podem perguntar ‘Qual o objectivo?’ Principalmente aprender, desenvolver as minhas capacidades, mas também facilitar o desenvolvimento de outras plataformas porque já terei as funções que acho mais importantes na framework e assim será só adaptar.
O principal objectivo da framework que estou a desenvolver é ser super configurável e poder ser usada tanto como base para qualquer tipo de plataforma e também funcionar por ela mesma como sistema de blog, página pessoal, (talvez wiki no futuro) e portal. E tudo isto facilmente configuravel através do painel de administração que, por exemplo, com drag & drop se cria o menu, com apenas um click se selecciona se se quer um blog, uma página pessoal ou um portal ou mais do que um…
E posso dizer que já está numa fase inicial de desenvolvimento e que já tem algumas coisas para se ver… Daqui a dois três meses, se tudo correr bem já sai a versão Alpha, mas até lá dou mais noticias…
E o outro projecto de que vos falei não é novo, e muitos de vós já devem ter ouvido falar, o Tradutor de Pitez para Português, começou com uma brincadeira e eu pretendo levar o projecto em diante, vou tentar mesmo escrever um tradutor e corrector para aquela linguagem estúpida. Quem não conhece pode saber mais sobre o projecto aqui.
E pronto por hoje é tudo. Comentem muito, e stay cool
.
04.13.08
6a Mostra da Universidade do Porto – Análise
Este sábado, 12 de Abril de 2008 fui até à Faculdade de Desporto da U.Porto visitar a 6ª Mostra da Universidade do Porto. Esta mostra consiste na apresentação dos diversos cursos da Universidade do Porto, com alunos e professores de cada um desses cursos que estão em ‘exposição’ para esclarecer dúvidas, dar informações e opiniões sobre o seu curso aos visitantes da mostra. Achei bastante organizada e gostei da experiência, na área da linguistica estive a falar para um PC que analisando a minha voz disse que tinha voz de baixo, em Hertz cerca de 120Hz. E claro como não podia deixar de ser uma conversa de 1h10min (aproximadamente) com três alunos do curso de Engenharia de redes e Sistemas Informáticos, que me falaram um pouco do curso, falaram de outros cursos como Ciência de Computadores e a conhecida Engenharia Informática e de Computação, fiquei bastante esclarecido quanto a cada uma delas, claro que ainda não está definido o meu futuro mas com esta conversa já deu para ver mais ou menos para onde devo ir se quiser x, y ou z as principais dificuldades, os pontos bons e os pontos menos bons de cada curso. Gostei bastante e foi uma tarde bem aproveitada.
Para quem não foi recomendo para o ano aparecer lá, espero que haja uma 7a Mostra.

04.09.08
Os comentários… Quem? Onde?
Enquanto ontem navegava pelo fórum Portugal-a-Programar deparei-me com o post do Nazgulled que dizia o seguinte:
E isso dos comentários é relativo… O povo Português deve ser o que menos comenta neste tipo de coisas e isso irrita-me. Todos gostam de ler estas coisas, procura certa informação, gostam dela e tal, mas comentar, ta quieto… Não custa nada dar algum feedback e isso incentiva sempre a que o autor escreva mais, sem feeedback, o pessoal perde a pica. E na maior parte dos blogs que eu vejo cá do pessoal e de outros espalhados por fóruns e tal, é raro alguém ter comentários. Com isto só quero dizer que o pessoal pode ler o post na integra, e ter alguma coisa a dizer, mas não o vai fazer. Não é por ai que vou ter mais ou menos visitas ao blog.
E na verdade, sinto isso bastante aqui, tenho cerca de 20 visitas únicas diárias ao meu blog, cerca de 800 visualizações e apenas 2 comentários.
Sei também que destas 800 visitas a maioria aproveitou conteúdo porque vendo as pesquisas que fazem no google pelas quais vêm aqui parar, e aos posts que vêm parar, encontram essa informação.
Mas então porquê apenas dois comentários? Se foi útil o post x ou y porque não agradecer ao autor? Até como forma de incentivo. Se ficou uma dúvida, porque não um comentário a perguntar ao autor? Ou então se acharam fraco, porque não um comentário com sugestões para melhorar?
São pequenos gestos, que não ocupam muito tempo, em 2 minutinhos faz-se um comentário, não é nada de formal que demore tempo, e com pequenos gestos pode-se fazer muito. E será sobre isso que será o meu próximo post. Pequenos gestos que podem mudar e melhorar muitas coisas…
Abraços
04.07.08
Nova vida do blog
Bem, depois de muito tempo sem actualizações decidi recomeçar a escrever o meu blog, que sentido faria ter blog sem escrever nele? Era uma tab ocupada no meu browser sem interesse nenhum… Assim sendo decidi voltar a escrever, um pouco sobre tudo, menos lamechisses (espero
) e o Planeta P@P veio dar uma nova motivação.
O blog mudou de nome, o nome anterior era de O meu blog, sem dúvida um excelente nome, e para não melhorar muito mudei para o Blog de um ser vivo é para não se notar muitas diferenças…
Espero que passem bons bocados por cá, que divulguem e comentem.
Um abraço,
João Pedro Pereira também conhecido por Skin
01.28.08
As criancinhas de hoje…
A criancinha quer Playstation. A gente dá.
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa
e acaba tudo em festim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas
tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.
A criancinha quer camisola Adidas e ténis Nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser
diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao
nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o
berreiro continua.
Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher.
Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada,
semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas
não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver “Morangos com Açúcar”, cheia de pinta e tal, e
torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles
estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó
e numas férias à maneira.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o
processo de independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa.
Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e
não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr
nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e
umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se
vítima de violência verbal e etc e tal. Em casa, faz queixinhas, lamenta-se,
chora.
Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão
fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do
ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas
bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em
paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha,
continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário
deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí
a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas
em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha? Pois não, bem sei.
Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir
parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos .Isto são os Paizinhos que se dizem Modernos.
É por isso que hoje em dia não há respeito por ninguém, em lado nenhum.
Vai ser este o Futuro da nova geração.
in Visão